Quinta-feira, 21 de Julho de 2005

Capítulo VI da Novela de Dieter Dellinger- A Guerra nas Trincheiras

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Três meses passados, desde a chegada a Omsk, fizeram-se à pressa uns simulacros de exame. No fundo, aprendeu-se a formatura, cavar trincheira, colocar arame farpado, manejar as "3-linhas" e as metralhadoras "Maxim", lançar ataques de infantaria, além do uso de morteiros e granadas de mão, métodos e ordens de comando e alguma, mas pouca, teoria.

Piotr saiu-se muito bem no exame de balística, pois tinha aprendido alguma coisa de física quando frequentou a Universidade Popular. Era tudo muito orientado para a prática; de um oficial subalterno de infantaria esperava-se só que fosse capaz de galgar o parapeito de uma trincheira e avançar pela "terra de ninguém" à frente do seu pelotão para chegar eventualmente ainda vivo à trincheira inimiga. O capitão da companhia de instrução disse-lhes um dia: - a infantaria é agora a rainha das armas, não é mais a cavalaria, foi liquidada pelas metralhadoras. O homem valente, rastejando a cortar o arame farpado inimigo para lançar na trincheira adversa a sua granada de mão é o herói e será o vencedor desta guerra. Outros atrás completarão a vitória de baioneta calada, trespassando os corpos informes dos inimigos. Nem será da artilharia que virá a vitória; as granadas de canhões e obuses fazem vítimas ao acaso, mesmo quando disparadas aos milhares, não conseguem nunca abrir uma verdadeira brecha nas linhas adversas. Na guerra, como em tudo na vida, é preciso ir mesmo lá, ao objectivo e enfrentar de peito aberto a bala e a baioneta inimiga.

Piotr ainda pensou, tudo isto não está de acordo com o ideal anarquista que é pacifista por excelência, mas tenho que aprofundar ainda este tema e encontrar quem pense como eu. Até agora e a esta distância da frente, todos querem ser heróis. Mas, mesmo assim, há aqui uma descrença profunda na vitória. E recordou a arenga do capitão Astrov quando garantiu numa das aulas que o exército russo não seria mais derrotado como em Tannenberg e que reconquistaria a perdida Polónia Ocidental.

Olga D. ficou consternada quando terminaram aqueles dois meses de convivência com os seus "dois" homens. Se é certo que tinha saudades dos filhos e queria regressar a casa, também é verdade que não suportava a ideia de abandonar Piotr ou Anton, tanto mais que acreditava que não deveria regressar vivo da carnificina. Na sua opinião, Anton não era homem para regressar incólume da frente pois faltava-lhe certamente o espírito combativo e a grande velocidade de reacção e raciocínio. Por outro lado, era pessoa para suportar estoicamente tudo o que o destino determinar e, como tal, ir para onde o mandarem, logo para os piores sítios. Talvez o espírito do anarquista o tivesse modificado um pouco, levando-o a ser mais esperto e não se sujeitar ao perigo de qualquer maneira. Mas, tudo indicava que a Rússia só perdia nesta guerra, principalmente homens, a começar pela quase totalidade dos oficiais subalternos da reserva.

Efectivamente, o império russo, depois das grandes derrotas junto aos lagos masúrios da Prússia Oriental, necessitava de se recompor para novas ofensivas. Ao novo Piotr Ivaneivitch não deram sequer um período de licença, foi metido num comboio que nem em Moscovo parou, depois de se despedir muito rapidamente da sua Olga. E eis que se viu numa trincheira dos Cárpatos, integrando um dos batalhões do exército do general Brusilov. Deveriam desencadear a grande ofensiva de Maio de 1915 que, no dizer dos oficiais imperiais com quem Piotr falava, iria quebrar a barreira do maciço montanhoso dos Cárpatos e permitir a passagem para a grande planície húngara do Império austrohúngaro.

- Chegaremos assim rapidamente a Budapeste e Viena -. Disse o capitão Igor, comandante da companhia que integrava o Piotr, acrescentando: - Ainda havemos de tomar um "Melange" no Café Central, na Herrengasse, junto ao Palácio Antigo dos Habsburgos, em pleno centro de Viena. Já lá estive, mas foi antes da guerra, aquilo estava cheio de revolucionários nossos compatriotas. Não sei o que foi feito deles. Provavelmente estão na Suíça ou a combater ao lado dos nossos inimigos.

Piotr actuava como um autómato, já que ali mesmo em Omsk, trabalhou na organização de mais uma das muitas novas companhias que deveriam ir para a frente substituir as muitas outras que foram completamente dizimadas. Com o capitão Igor estabeleceu-se rapidamente uma boa relação, de tal modo que o novo Piotr chegou a falar-lhe no anarquismo como tinha lido nos, agora, seus papéis; falou-lhe em Bakunin e Kropotkin num contexto em que se deve ao Estado a existência de todas as guerras.

- Talvez seja isso, respondeu-lhe, - mas olhe, acredito que a guerra é própria da natureza humana e se técnica e culturalmente se avançou muito, talvez ainda não deixámos de ser os mesmos selvagens de sempre, principalmente quando se trata das nossas relações com os outros, esses são sempre os malandros e os culpados de tudo.

- Será que somos afinal uns animais especializados simplesmente em matar e que mataremos tanto até acabarmos com a nossa própria espécie? Perguntou, por fim, o aspirante Piotr.

Os preparativos da companhia não permitiram muitas conversas, tudo tinha de ser organizado, distribuído o armamento e fardamento e os recrutas tinham de receber os primeiros ensinamentos e treinos em poucas semanas antes da partida para a frente.

Foram pois directos à frente. O batalhão de infantaria do coronel Nikolai Petrovitch apeou-se na pequena cidade de Przemysil nas margens do rio San, a umas oitenta verstas da frente, que então acompanhava o rio Visloka também. Chegaram no alvor da primavera, nos primeiros dias de Maio. Vinham convencidos e preparados para participarem na grande ofensiva final russa que os iria conduzir à vitória, apesar de só metade dos seus elementos estarem devidamente armados.

De madrugada ainda, Piotr deveria conduzir metade da companhia do capitão Igor em linha de atiradores. Na sua frente, os granadeiros rastejariam silenciosamente, só iluminados pelas clarões das explosões das granadas e pelos feixes dos holofotes de campanha. Depois seriam as muitas meias companhias a atacar ao longo da frente, todas com comando individualizado de modo a evitar os problemas havidos com comandos de batalhão em ataques pela terra de ninguém na escuridão. Obedeceriam ao novo sistema de ataque "à francesa". Os granadeiros deveriam cortar o arame farpado e responder ao fogo das trincheiras inimigas lançando granadas de mão.

Devidamente instruído, Piotr saiu protegido pela escuridão, ordenando aos seus atiradores siberianos para cerrarem fileiras e não se deixarem intimidar pelo fogo adverso. A cavalaria cossaca atacava em numerosos pontos da frente, aproveitando o facto de os austríacos estarem demasiado ocupados com as acções dos granadeiros e dos atiradores da infantaria siberiana. Não decorreu assim o plano concebido pelos russos. As metralhadoras austríacas "Schwarzlose" ceifaram, a uma cadência de 400 tiros por minuto, as pernas da cavalaria, e não só, também os corpos dos orgulhosos lanceiros cossacos que não conseguiram aproximar-se à distância das suas obsoletas lanças de ataque. Corpos de cavalos e cavaleiros ficaram estendidos por toda a parte para gáudio das gigantescas formigas amarelas dos Cárpatos.

Os homens de Piotr e dos resto da companhia de Igor, além de outras unidades semelhantes, procuraram o obrigo de uma pequena elevação de terreno encimada por alguns arbustos e restos de árvores. Procuraram escavar algo parecido com pequenas trincheiras e permaneceram aí até ao raiar do dia. O capitão Igor praguejava com toda a sonoridade das suas cordas vocais e a Piotr disse: - Ao levantar do sol, passaremos a ser uma espécie de patos para o tiro austríaco. Sim, patos incapazes de voarem para serem caçados mesmo no chão.

Um estafeta ainda prometeu reforços, mas os obuses austrohúngaros não os deixavam aproximar-se daquela ilhota em plena linha que separa a morte da vida. Piotr ainda pensou a que reino pertenceria já, ao dos vivos ou ao dos mortos. Deitados, Piotr e os atiradores siberianos procuravam alvejar as trincheiras adversas ali ao pé, a poucas dezenas de metros de distância. Só o tiro siberiano impedia os austríacos de acabarem com aquela nova frente de homens quase desprovidos de protecção. Piotr não se cansava de dizer para atirarem aos metralhadores e às poucas cabeças que se atreviam a subir aos parapeitos das trincheiras. Dos obuses estavam quase salvos, já que a proximidade da trincheira austríaca fazia com que as granadas explodissem lá mais para trás. De resto, Piotr não deixava de dizer a palavra mais ouvida daquele dia, "gavno", merda, muitas vezes. Mesmo o aparecimento de alguns reforços que deixaram muitas baixas no terreno não levantou o ânimo daqueles combatentes. Apesar das ordens dadas pelo alto-comando para se lançarem ao assalto das trincheiras inimigas não se moveram, a grande ofensiva russa do general Brussilov estava ali a soçobrar inteiramente.

E foi mesmo a grande desilusão, os alemães e austríacos tinham iniciado a sua ofensiva mais a norte e atravessado as linhas russas, cruzado o Visloka e avançaram em direcção ao San, a umas cem verstas de distância. Depois de se retirar para as suas antigas linhas e destas para uma nova linha de emergência à retaguarda, Piotr viu espantado as unidades de artilharia em retirada para postarem os seus canhões de 107 mm mais para trás, enquanto a infantaria recebia ordens para avançar e colmatar as brechas. O desastre parecia ser total; a 14 de Maio, a unidade de Piotr retirava-se de Jaroslav com muitas baixas e sempre em combate, deixando as forças germano-austríacas atravessarem o rio San. Nos arrabaldes daquela pequena cidade, outra linha de trincheiras e fortins de terra estava já a ser construída por milhares de chineses contratados no oriente e que trabalhavam seminus para não estragar a pouca roupa que traziam, enquanto a infantaria ia ocupando as novas trincheiras e os maqueiros não paravam de trazer feridos e mortos para a retaguarda. Um pouco para trás ficavam alinhadas as roupas dos chineses que ninguém tirava por respeito para com tão valentes trabalhadores. De repente uma granada austríaca explodia no meio dos "coolies", ceifando umas dezenas de vidas. Os outros continuavam o trabalho, enquanto decidiam entre si numa espécie de jogo incompreensível quais seriam os herdeiros das roupas dos mortos.

O espectro da morte estava aí aliado à possibilidade de uma grande derrota. O capitão Igor de revólver em punho e sabre quis levar os seus homens a saírem de uma trincheira para enfrentar os "boches". Mais de um terço dos membros da companhia de Piotr ficaram estendidos no chão e o capitão apanhou um tiro num braço, antes de se retirarem para as novas linhas.

Apressadamente, russos e chineses cortavam troncos para escorar as novas trincheiras muito estreitas e pouco profundas, sem estrados. Quando chovia, ficavam frequentemente com água até ao joelho, o que era um tormento para Piotr que não queria ver as suas botas de bom cabedal estragadas com tanta água. Sempre que podia untava-as com todos os tipos de gordura para as tornar o mais resistentes possíveis à água. Nos dias secos, quando lustravam, eram o orgulho de Piotr.

. O início da primavera não proporcionou ainda uma temperatura amena, o vento que percorria as montanhas dos Cárpatos era gelado. O que valeu a Piotr foi terem equipado a sua companhia siberiana com gorros de astracã e casacos almofadados do tipo chinês abotoados até ao pescoço como os dolmens de hussardos. As calças também eram almofadadas, sendo as botas dos não graduadas mais curtas que as dos oficiais. Essa roupa substituía o grande capote e proporcionava um excelente acréscimo de mobilidade, mas os oficiais mantinham o capote em todas as circunstâncias. Só a preocupação com o fardamento, mantimentos e armamento, sempre restritos e em falta, é que entretinham o espírito de Piotr, reduzindo a náusea sempre sentida quando pensava que tudo aquilo era para matar outros cidadãos. Como tinha antes confessado à Olga, não estava preparado para matar quem quer que seja, até porque considerava-se como que um cidadão do mundo sem inimigos.

"Não devo pensar no que será feito agora, devo preocupar-me com o trabalho geral da companhia e esperar que a guerra acabe. Pena que seja cada vez mais descrente de todo e qualquer deus, se não rezava a um qualquer omnipotente do além para que faça terminar esta loucura dos homens e não permita que nos transformemos todos em carniceiros de nós mesmos", pensava frequentemente Piotr. Ainda disse para os seus botões: "como podemos nós, tão encarniçados assassinos em massa, ter sido criados à imagem de Deus?"

- Apesar da retirada, ainda vamos aguentar isto, gritou-lhe o capitão Igor, acrescentando: dos austríacos nada temos a temer, as suas "Mannlicher" não prestam para nada, mas o pior são os alemães com as suas "Mauser"; mesmo assim, as nossas novas "Mosin" quando disparadas com coragem sustêm qualquer ofensiva.

Piotr não estava convencido disso, mas uma vez instalado nas novas trincheiras achou que o ímpeto do inimigo podia ser sustido, principalmente porque chegavam à frente metralhadoras novas. Competia a Piotr precisamente a ligação à companhia de metralhadoras do seu batalhão, comandando um pelotão de infantaria que ladeava outro de metralhadores e que deveria avançar logo que estes tivessem conseguido uma cobertura suficiente no terreno. Aquilo era uma arma fatal para Piotr, a nova "Maxim 08/15", superior à "Maxim 1908". Podia levar um cunhete de 50 balas e um bipé portátil, o que dava uma facilidade de manobra em termos de montagem muito rápida em deslocação, ou então ser colocada num tripé e alimentada por cintas de 250 balas, susceptíveis de serem disparadas em menos de meio minuto. Com quatro serventes, aquilo era terrível e mais uma vez uma série de novas metralhadoras paralisaram o avanço germano- austríaco.

Em acção, Piotr nunca chegou a pensar que era o Anton D. deixado na Sibéria, pelo que não sentia nada de especial por lutar contra os compatriotas do "falecido" . A presença da morte era tão constante de ambos os lados que não podia daí tirar qualquer conceito de moralidade. Piotr começou a suspeitar, a ter a certeza mesmo, que dali não sairia vivo, aparentemente ninguém poderia sair vivo de uma guerra tão tremenda, pensou, quando a trincheira foi bombardeada infernalmente pelos obuses austrohúngaros. Com meticulosidade, os artilheiros inimigos procuravam neutralizar os postos das "Maxim" e Piotr encolhia-se todo na trincheira com a sua "furachka" de pano na cabeça. Os capacetes de aço não tinham chegado ainda àquele sector da frente ou a todo o exército russo, o que tornava difícil o tiro de parapeito de trincheira com as "Mosin". O capitão Igor disse um dia: - Não tenham medo, o mais difícil que há é acertar na cabeça de alguém e, de resto, é quase uma felicidade morrer com um tiro na cabeça, é instantâneo, não se sente nada. O pior são os gases e nós aqui ainda não temos máscaras antigas em quantidade suficiente. maldito estado-maior.

- O gás não faz mal, - contradisse o tenente Fadeiev - no fim do Inverno fomos bombardeados com gás e nada aconteceu.

- Não aconteceu porque aqui fez um frio dos diabos e parece que o gás gelou, mas agora, na Primavera, não sei! - retorquiu o capitão Igor.

Nos momentos calmos, principalmente nocturnos ou nas poucas horas que dormia na retaguarda numa casa de camponeses, Piotr sonhava então com Anton D., e só por causa da linda Olga Alexandrovna de que nada sabia e que desejava voltar a sentir nos seu braços com uma necessidade cada vez mais imperiosa. Nas trincheiras, a família assume uma importância tremenda e é assunto de discussão. Claro, neste aspecto Piotr não mentiu, disse só que como ex-anarquista não tinha casado, mas vivia com uma senhora da qual até tinha filhos. O capitão Igor e o tenente Fadéiev acharam isso natural nos tempos que corriam, chegando o tenente a dizer: - Vocês os intelectuais e estudantes têm mesmo que ser diferentes. Os estudantes de Moscovo são quase todos assim, pena que vão deixar essas moças sem homem, já que as nossas perdas em oficiais têm sido tremendas. Mas tu, Piotr, és tão anarquista como eu, ou seja, nada. Um anarquista nunca podia ser um militar tão consciencioso como tu e, mesmo, tão valente. Ontem não tiveste medo das balas "boches"; com o teu exemplo conseguiste pôr todo o pelotão meio fora da trincheira a disparar com eficácia. Não deixaste os "fritzs" chegarem até nós. Quantos é que ficaram lá estendidos, chegaste a contá-los?

Apesar dos bombardeamentos quase contínuos, a companhia de Piotr, tal como as restantes unidades, aguentaram a frente e com a notícia de que a Itália entrava na guerra ao lado dos Russos ficaram moralizados. Obviamente que os austríacos tinham de desviar forças para outras frentes. Mas, foi sol de pouca duração, umas duas semanas depois, a 3 de Junho de 1915, às primeiras horas da madrugada, o mundo parecia que ia acabar. Por toda a parte explosões acompanhadas por aquele horrível cheiro doce do gás mostarda. Piotr, coberto apenas com a sua "furachka" de pano e pala na cabeça mal se atrevia a pôr-se direito e disparar a sua "Mosin" e, menos ainda, saltar da trincheira com revólver numa mão e sabre na outra, apesar de ter pensado nisso ao admitir que o gás não estaria a ser disparado sobre as linhas do inimigo. Aí, talvez conseguisse um "abrigo" conquistado a tiro. Piotr tapava a boca e o nariz com um lenço molhado, enquanto procurava despertar os seus semimortos soldados que no fundo da trincheira iam jazendo inânimes por terem respirado aquela nuvem de gás que se apoderou da trincheira de Piotr.

Meio tonto, com uma fortíssima dor no pulmão, Piotr ainda viu uns "monstros" aproximarem-se deles. Caras com gigantescos olhos de vidro e umas bocas disformes de onde pendiam línguas em forma de latas redondas e todos traziam a língua de fora, talvez para fazerem troça daquela soldadesca de carne e osso. Por cima, gigantescas cabeças de aço com um ponta metálica apontada aos céus. Os seus braços eram metálicos em forma de cano terminado num faca comprida. Um desses braços remexeu o corpo de Piotr e por uma razão qualquer, talvez por saber que o ex-anarquista ainda vivia, gritou-lhe em alemão "Gefangen". Estou preso nos infernos, afinal não há só um diabo, há muitos, pensou ainda Piotr antes de perder de vez os sentidos. Nem o capitão Igor, nem nenhum dos camaradas de Piotr conseguiram dar uma informação correcta sobre o que aconteceu a Piotr. Registaram-no como desaparecido em combate.

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publicado por DD às 13:38
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